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Video Mapping: a arte da projeção imersiva

Ao longo dos últimos anos, temos vindo a assistir a um crescimento exponencial do Video Mapping. As marcas e os espaços renderam-se a esta técnica de projeção, que se tornou numa ferramenta fundamental de comunicação multimédia.

Para os mais distraídos, “Video Mapping” ou ” Projection Mapping” é, nada mais nada menos, do que a projeção de vídeo em objetos ou superfícies tridimensionais e irregulares sem qualquer distorção. Ao contrário de uma projeção convencional, o Video Mapping não implica a existência de uma superfície lisa para evitar distorção. Desde imponentes obras arquitetónicas até objetos de menor escala, como automóveis ou calçado, o Video Mapping consegue transformar qualquer superfície numa tela de projeção, permitindo que a animação encaixe perfeitamente no objeto que a recebe.

Apesar de não ser uma novidade, a versatilidade e potencialidades desta técnica não deixam de impressionar. Seja num espetáculo de entretenimento, no lançamento de um produto ou numa inauguração, o Video Mapping manipula o espaço de uma forma imersiva, alterando a perceção do espectador e criando incríveis ilusões de ótica e perceção de movimento em objetos estáticos.

A Materia conhece bem todas as potencialidades criativas do Video Mapping. Durante a apresentação da NEEHO – Nanotech Enabled Eco House -, desenvolvido em parceria com o INL – International Iberian Nanotechnology Laboratory, no Greenfest Estoril, o Video Mapping acrescentou dinamismo e interatividade à experiência pedagógica sobre a Nanotecnologia desenvolvida pela Materia.

A instalação consistiu numa superfície onde se apresentaram tópicos com informações incompletas sobre nanotecnologia. Os visitantes foram convidados a interagir, através de elementos que se iluminavam, para descobrir mais sobre cada tópico. Para além da projeção, foram acrescentados elementos de interação através da projeção, que permitiram potenciar a usabilidade e a experiência do utilizador. Esses elementos, com capacidade de identificar toques e/ou presença de uma pessoa no local, despoletavam animações relacionadas com a ação. Para isso foram introduzidos sensores que não exigiam toque direto, mas sim a deteção da presença de uma mão através do campo eletromagnético. Todos os elementos eletrónicos se encontravam camuflados, tornando a experiência mais imersiva e fluída.

Esta experiência é um bom exemplo de como se pode criar uma comunicação diferenciadora e apelativa através do Video Mapping. Tirando o máximo proveito das suas inúmeras possibilidades, idealizando novas formas de aproveitamento desta área e, claro, sempre com um olho nos meios técnicos que a fazem evoluir, a Materia pode fazer a sua empresa destacar-se da concorrência.

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